Sim, esta semana eu realmente pensei em desistir.
Desistir de lutar para manter uma conversa de botas batidas que todos à minha volta sabem bem o desfecho e que sempre me alertam sobre isso, mas eu teimosa que sou, cubro os ouvidos e deixei mais uma vez o meu estúpido impulso mandar em minha vida... e mais uma vez quebrei a cara.
Quando isso aconteceu fiquei a pensar o porquê de tudo ter ocorrido da forma que ocorreu, como um simples ato pôde estragar tudo? E fiquei a procurar respostas e tentando achar soluções e voltei a querer escrever o mesmo enredo de botas batidas falado acima...
E foi nesse momento que me dei conta de que o erro não estava em mim, de que as seguidas tentativas sem sucesso não se deram por falta de vontade da minha parte, de tentar entender e compreender e buscar desculpas até enxergar o óbvio.
Acredito que no quesito vontade, até exagerei um pouco, pois aceitei abrir mão de um pouco da minha essência para conhecer o novo, enxergar a vida por outro prisma e gerenciar qualquer conflito, passando por verdadeiros testes de paciência e por muitas vezes quebrei a cara e cada vez que isso acontecia eu me fechava... não para uma pessoa e sim para todas que não me conheciam bem.
A minha sorte é que não costumo guardar ressentimentos: o rancor definitivamente não faz parte do meu projeto de vida e para liberar todas as agruras que passo eu escrevo, escrevo e escrevo. Algumas publico, outras mostro para amigos, outras existem apenas em rascunho mental.
E foi justamente isso que me fez observar a situação de forma global, racionalmente e ver que no fim o erro realmente não estava em mim... eu odeio desistir de algo sem mais nem menos ou deixar pelo meio do caminho (tinha essa mania há anos e aos poucos consegui mudar), mas vi que todos têm o direito de desistir de algo que não vale a pena fazer qualquer sacrifício, pois não importa o que se faça... a outra parte simplesmente pode não se importa e você não tem como mudar isso.
Ao querer colocar a situação no papel eu fui montando um quebra-cabeça mental, lembrei de situações que ocorrem há tempos, de como as coisas foram conduzidas e o quanto me doei para “fazer dar certo” e foi ai que tive um insight: Estava na hora de definitivamente abandonar o navio. Após esgotar todas as tentativas eu simplesmente fechei os olhos, respirei fundo e disse pra mim mesma: Basta!
Desistir de lutar para manter uma conversa de botas batidas que todos à minha volta sabem bem o desfecho e que sempre me alertam sobre isso, mas eu teimosa que sou, cubro os ouvidos e deixei mais uma vez o meu estúpido impulso mandar em minha vida... e mais uma vez quebrei a cara.
Quando isso aconteceu fiquei a pensar o porquê de tudo ter ocorrido da forma que ocorreu, como um simples ato pôde estragar tudo? E fiquei a procurar respostas e tentando achar soluções e voltei a querer escrever o mesmo enredo de botas batidas falado acima...
E foi nesse momento que me dei conta de que o erro não estava em mim, de que as seguidas tentativas sem sucesso não se deram por falta de vontade da minha parte, de tentar entender e compreender e buscar desculpas até enxergar o óbvio.
Acredito que no quesito vontade, até exagerei um pouco, pois aceitei abrir mão de um pouco da minha essência para conhecer o novo, enxergar a vida por outro prisma e gerenciar qualquer conflito, passando por verdadeiros testes de paciência e por muitas vezes quebrei a cara e cada vez que isso acontecia eu me fechava... não para uma pessoa e sim para todas que não me conheciam bem.
A minha sorte é que não costumo guardar ressentimentos: o rancor definitivamente não faz parte do meu projeto de vida e para liberar todas as agruras que passo eu escrevo, escrevo e escrevo. Algumas publico, outras mostro para amigos, outras existem apenas em rascunho mental.
E foi justamente isso que me fez observar a situação de forma global, racionalmente e ver que no fim o erro realmente não estava em mim... eu odeio desistir de algo sem mais nem menos ou deixar pelo meio do caminho (tinha essa mania há anos e aos poucos consegui mudar), mas vi que todos têm o direito de desistir de algo que não vale a pena fazer qualquer sacrifício, pois não importa o que se faça... a outra parte simplesmente pode não se importa e você não tem como mudar isso.
Ao querer colocar a situação no papel eu fui montando um quebra-cabeça mental, lembrei de situações que ocorrem há tempos, de como as coisas foram conduzidas e o quanto me doei para “fazer dar certo” e foi ai que tive um insight: Estava na hora de definitivamente abandonar o navio. Após esgotar todas as tentativas eu simplesmente fechei os olhos, respirei fundo e disse pra mim mesma: Basta!

Chuta o balde, meu bem...
ResponderExcluirChuta o balde...
vcê não consegue guarda ressentimentos e rancor... parabéns isso é um dom.
ResponderExcluirbJos